Vi o som da minha terra tinindo aos quatro cantos

Vi cheiro de capina e de roçado brotando do chão

Labaredas, o lamento da coivara contemplando as

cinzas.

A rolinha bicando em ziguezague o seu grão.

Eu me vi inteiro molhado de chuva

Ao risco do raio e ao grito do trovão.

Ouvir os sons do meu lugar me enche de paz

O pulmão!


Postado em 06/08/2010

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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